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quinta-feira, 2 de outubro de 2008

História da Assembléia de Deus em Mossoró

História da Assembléia de Deus em Mossoró

O início em Mossoró

Pastor Manoel Higino de SouzaA Assembléia de Deus em Mossoró, teve seu início no ano de 1927, na rua Marechal Deodoro, bairro Paredões, sob a direção do Pr. Manoel Higino de Souza, Natural da cidade de Angicos deste estado, vindo na época de Belém do Pará, onde havia exercido as funções de Evangelista e Pastor. Homem simples, mas dinâmico, conhecedor da Bíblia e hábil no uso de instrumentos musicais. Após pregar naquele bairro, e ganhar algumas almas para Cristo Jesus, alugou uma casa para residir com a família, local onde passou também a funcionar a primeira congregação pentecostal em Mossoró.

Os primeiro convertidos

Na lista dos pioneiros da causa pentecostal nesta cidade constam os seguintes nomes: Edgar Filgueira Burlamaqui, Dona Burlamaqui, Leoncio José de Santana, Norma Lima de Santana, Amália Soares de Góis, José Lins (primeiro crente batizado com Espírito Santo) e outros.

Início de progressçao e perseguição

O trabalho se intensificou debaixo das bênçãos de Deus que operou maravilhosamente. Muitas pessoas aceitaram a Cristo e foram batizadas com Espírito Santo. Pôr outro lado surgia forte perseguição contra a Igreja; o clero, insuflou contra os evangélicos, perseguindo , queimando Bíblias em praça pública, nossos templos foram apedrejados, a integridade física dos membros da Igreja ameaçada. Em algumas ocasiões foi necessário a intervenção do delegado de polícia para fazer cessar a perseguição e debaixo da proteção divina a congregação continuou e se espalhava em todo este município.

O primeiro batismo

E crescendo em numero e em santidade, aconteceu o primeiro batismo em águas, no rio Mossoró, próximo ao Paredões, no dia 30 de maio de 1929, ministrado pelo Pastor Francisco Gonzaga da Assembléia de Deus em Natal.

O primeiro templo

No dia 03 de maio de 1930, foi inaugurado na Av. Dix Sept Rosado, o primeiro templo construído para abrigar o povo de Deus nesta cidade, onde até hoje funciona como templo sede, após ser reconstruído e passar por varias reformas. O terreno foi doado na época pelo Sr. Jeronimo Rosado.

Contexto sócio-religioso da época

A década de 1921 a 1930, foi sem dúvida para Mossoró um período de grandes acontecimentos. A cidade crescia demográfica, social e economicamente, e também no sentido cultural. Diversos acontecimentos importantes verificam-se nesse período um crescimento em todos os segmentos. Criação de Escolas, e Associações. Em junho de 1927, Mossoró resiste brava e vitoriosamente ao bando do Cangaceiro Lampião, o serviço telefônico foi inaugurado em 1930. A área urbana foi ampliada com a construção de novas praças, construção de estradas de ferro para o alto oeste. Desse modo, maiores horizontes abriram-se para Mossoró, e este surto de progresso tornou-se um forte motivo para atrair os evangélicos à cidade e nela estabeleceram trabalhos permanentes.

O crescimento e desenvolvimento da igreja

Os anos foram passando e Deus abençoando a sua igreja Assembléia de Deus, nesta cidade, novos trabalhos sendo abertos: casas de orações, pontos de pregação e novos templos sendo construídos nos mais diferentes bairros. Criou-se o primeiro programa de rádio: Culto Radiofônico em 05.01.65, enfim em meio as dificuldades, uma Igreja já bem estruturada para servir e ganhar almas para Cristo Jesus, e no período de 07 a 09 de janeiro de 1977, comemoramos o nosso Jubileu de Ouro, na gestão do saudoso Pastor Manoel Nunes da Paz, quando já contávamos com mais de 3 mil crentes nesta cidade. Imbuídos no desejo de fazer missões transcultural esta Igreja envia a primeira família missionaria em 29 de fevereiro de 1976. Trata-se do Missionário José dos Santos Lira, esposa e filhos, que foram trabalhar no pais do Equador e ali fez um próspero e abençoado trabalho nos seus 14 anos, fundou 12 trabalhos em 5 estados e centenas de equatorianos foram salvos mediante a pregação do evangelho.

A história recente

Da década de 80 para cá a Igreja registou um crescimento mais acentuado em toda sua história. A frente desta grande obra esteve no período de 15.04.81 à 23.07.93 o Pastor João Gomes da Silva, tendo como seu sucessor o Pastor Martim Alves da Silva que comanda esta grande obra e a exemplo do seu antecessor é obreiro de larga visão , dinamismo e experiência, razão do brilhante trabalho que vem de forma sucinta o seguinte:

  • Dezenas de trabalhos abertos;
  • Construções de muitas outras dezenas de templos;
  • Reforma geral no templo central;
  • Construção do Colégio Evangélico;
  • Criação de campanhas evangelisticas permanentes;
  • Aquisição de veículos utilitários;
  • Criação de Equipe (SEFAM) Seminário da Família;
  • Criação de Escola Teológica;
  • Consagração de muitos obreiros;
  • Criação da Secretaria de Missões para mantimento dos missionários;
  • Trabalhos de Capelania evangélica no II BPM;
  • Aquisição de Carro de Som Volante;
  • Envio de mais missionários;
  • Criação e funcionamento de Centro Social;
  • Construção Centros Clínicos e Teológico;
  • Criação e construção de Departamentos Infantis;
  • Criação de mais programas radiofônicos;
  • Criação do Jornal A VOZ da Assembléia de Deus;
  • Realizações de grandes cruzadas Evangelisticas;
  • Realização de escolas Bíblicas anuais para obreiros;
  • Realização de batismos bimestrais para atender a grande demanda de novos convertidos;
  • Visitas periódicas aos campos Missionários;
  • Aquisição de terreno para construção do templo Sede;
  • Realização da campanha CONTE COMIGO para a construção do templo sede;
  • Construção do templo sede.

História da Assembléia de Deus no Brasil

História da Assembléia de Deus no Brasil

A chegada ao Brasil

Daniel Berg e Gunnar VingrenDaniel Berg e Gunnar Vingren chegaram em terras brasileiras no dia 19 de novembro de 1910. Tudo era estranhíssimo para os dois suecos. As pessoas malvestidas, os leprosos a desfilar seus corpos mutilados, apresentando pungente espetáculo pelas ruas. Mas o Senhor de fato os enviara, e aqui estava para guardá-los do contágio e, logo, das agressões, ofensas e ameaças. Alguns dos alegres passageiros que com eles chegaram ao porto de Belém nunca imaginaram que viriam a ser infectados, o logo depois teriam seus nomes no rol dos mortos. No modesto hotel (onde por um dia se hospedaram) consumiram os seus pobres 16 mil réis. Com os níqueis restantes, iriam de bonde, no dia seguinte, em busca da residência do pastor metodista Justo Nelson, diretor do jornal que, "casualmente", chegara às mãos de Vingren no quarto onde se haviam hospedado. Para surpresa deles, tratava-se de um conhecido de Vingren, nos Estados Unidos. Separados para as missões por uma igreja batista, nada mais natural do que encaminhá-los aos irmãos da mesma fé, o que se fez. No dia seguinte, foram muito bem recebidos pelo missionário Erik Nelson. Este, como eles de nacionalidade sueca, convidou-os a cooperarem no trabalho. E ofereceu-lhes o porão da igreja, onde se alojaram.

Fazendo discípulos

Celina Albuquerque, a primeira pessoa batizada com o Espírito Santo no BrasilNinguém poderia, nem de longe, imaginar que na humildade do sombrio e sufocante porão da igreja Batista da Rua João Balby, 406, nasceria a maior comunidade pentecostal da história. Coisas surpreendentes começaram a acontecer; é verdade, mas nada indicava que os dois missionários pudessem vir a ser os detonadores de uma revolução espiritual de tamanhas proporções. As obras que o Espírito realizava já eram algo bem acima de tudo quanto se poderia esperar. Apesar do exíguo espaço ocupado pelos missionários, muitos irmãos os visitavam. E eram ensinados sobre os dons espirituais, e estimulados a buscar o batismo no Espírito Santo. Os sinais iam seguindo os que criam. O Senhor curou uma paralítica, que imediatamente deixou as muletas. (Ela as prendeu na parede de sua sala para que, mudas, mas eloqüentes, a todos falassem do milagre.) Várias outras provas da operação divina foram testemunhadas pelos crentes. Mas o mais impressionante aconteceu com a irmã Celina Albuquerque: Jesus a libertou totalmente do câncer que se enraizava em seu rosto! Naquela mesma semana, ela estava a orar de madrugada, quando foi batizada no Espírito Santo.

Era a primeira pessoa a receber a promessa pentecostal no Brasil. No dia seguinte, sua irmã Nazaré teve a mesma experiência.A princípio, não havia qualquer divergência em torno de Berg e Vingren. Eles eram reconhecidos por todos como inquestionável resposta as suas súplicas. Os crentes mais fervorosos vinham se reunindo no templo para orar no sentido de que Jesus lhes mandasse um obreiro. Seu pastor fazia longas viagens, a evangelizar no Norte e Nordeste, e havia necessidade de ajudadores. Os suecos eram uma bênção também para as outras três igrejas evangélicas existentes na cidade: todos queriam vê-los e ouvi-los. Todos os amavam, e consideravam um milagre o fato de não adoecerem naquelas condições de insalubridade, sem falar do calor de Belém.O Pr. Nelson Erick via crescer o número de visitantes: agora tornava-se bem mais promissora a obra que anelava realizar. A Primeira Igreja Batista, por ele fundada em 1897, com tantos anos de existência, até então não tinha sequer duas dezenas de membros! Daniel e Gunnar sabiam também que o Pr. Nelson, logo que chegara ao Brasil, dispôs-se a rogar a Jesus que o batizasse no Espírito Santo. Decorridos catorze dias de súplicas, o Senhor começou a derramar copioso poder sobre ele. Sua esposa, porém, temerosa, rogou-lhe que parasse com "aquilo", não lhe permitindo que recebesse a promessa. Desde então Nelson fez-se declarado inimigo da doutrina pentecostal.

A linguagem do amor

Daniel conta: “Chegou ao conhecimento do pastor batista a notícia do progresso do nosso trabalho, e que o folheto por ele escrito contra nós contribuiu para maior desenvolvimento da obra. Isso serviu para que ele rompesse definitivamente relações conosco, criando-se um abismo entre ele e nós. De nos­sa parte, estávamos penalizados com a situação que ele criou, pois sua vida transformou-se inteiramente. Já não era o homem alegre de outrora; andava sozinho. As únicas ocasiões em que falava, era quando pregava, assim mesmo a pregação era uma contínua agressão, contra nós e contra a Obra que se iniciara. A assistência à sua igreja diminuía dia a dia; chegou a ponto de não poderem sustentá-la, tão poucos eram os membros. Os membros ativos, cujos corações ardiam de zelo pelas almas e que eram sustentáculos espirituais da igreja, sentiam-se mal com a atitude agressiva do pastor; por isso vinham à Assembléia, e ficavam. "Certo dia, os membros expulsos da igreja batista (...), vendo que seu antigo pastor passava privações e tinha as roupas gastas, tomaram a decisão de ajuda-lo e sustentá-lo, apesar de tudo quanto tinha feito contra eles. Esse gesto altruístico falava a linguagem do amor divino e demonstrava o amor cristão de que os irmãos estavam possui­dos. O pastor recebeu com alegria o auxilio..."

O preço da rejeição

Nenhum deles se alegrou em ver os sofrimentos do pastor, ao saber dos seriíssimos problemas que lhe sobrevieram e à igreja, desde quando a renovação espiritual foi rejeitada, e os que anelavam recebê-la sofreram a humilhação e a dor do expurgo. Uma sucessão de gravíssimas situações abateu-se sobre a igreja, que, nas palavras de um certo historiador batista, "foi destroçada". E levou algum tempo para começar a recompor-se. Depois disso, com crises sobre crises, o novo pastor - Luís Reis - logrou conduzir o diminuto rebanho por algum tempo, até que os problemas culminaram com sua própria exclusão. Seu sucessor, o dr. Dawning, um norte-americano, conceituado médico, assumiu o pastorado em 1917. Começou bem, mas logo depois precisou viajar com urgência para o seu país, em busca da cura de grave enfermidade em sua esposa.

O rompimento

Sem o apoio com que contava, o pastor ouviu, de um diácono, palavras ponderadas, mas firmes e decididas: "Compreendo muito bem os seus sentimentos, pastor; o senhor declara que está entre um grupo de traidores, que se distanciaram dos ensinos que lhes ministrou. Acha que não estamos seguindo o caminho que nos ensinou. Entretanto, isso não é verdade. Nunca estivemos mais certos do que agora, jamais ti­vemos tanta fé como atualmente. O que aconteceu foi que ago­ra achamos alguma coisa mais, a fé e o poder do Espírito Santo."Não temos queixa, pastor, de não nos haver falado destas coisas, pois o senhor desconhecia estas verdades, de modo que não as conhecendo, não as poderia ensinar a outros. Nós desejaríamos que o senhor também recebesse estas bênçãos de Deus, a fim de nos entendermos melhor e podermos sentir a mesma comunhão com os irmãos que vieram de outras terras."Em seguida, "o pastor", conta Daniel, "olhou mais uma vez em redor e esperou que alguém se manifestasse a seu favor; mas foi em vão. A seguir, dirigiu-se a mim e ao irmão Vingren e disse: 'Já tomei a decisão. A partir deste momento não podem ficar morando aqui (...), não os queremos mais aqui.' "Erick dirigiu a palavra aos outros, e quis saber: 'Quantos estão de acordo com essas falsas doutrinas?"' Sem vacilar, dezenove mãos se levantaram. A primeira preocupação de Vingren foi com a moradia onde pudessem receber os irmãos. Daniel o tranqüilizou. Embora não tivesse ouvido o diálogo, o diácono que se havia pronunciado em nome do grupo aproximou-se e ofereceu-lhes a sua ampla sala para as reuniões e convidou-os a morar em sua casa. O coração generoso tinha razões sobejas para amar os dois missionários: a curada de câncer e logo batizada no Espírito Santo era sua esposa.

A nova comunidade

1º Templo da Assembléia de Deus no BrasilExcluídos pela minoria inimiga do avivamento, os crentes, sob a liderança de Vingren e Berg, estavam atônitos. Não era seu propósito fundar nova igreja. Em se tratando, porém, de fato consumado, era imperioso sobre o destino a tomar. Os excluídos por iniciativa de Raimundo Nobre (primo de Adriano Nobre, o amigo dos missionários - futuro pastor da Assembléia de Deus), no dia 18 de junho já se organizavam em sua própria comunidade, na residência de Henrique Albuquerque, Rua Siqueira Mendes, 79, no bairro Cidade Velha. A história nada registra sobre a escolha do nome, e sobre quem o propôs. Informa, tão-somente, que foi escolhido o de Missão da Fé Apostólica. Punhadinho de crentes, dezenove, que lançou a semente da Assembléia de Deus então constituído das seguintes pessoas: José Plácido da Costa, Piedade da Costa, Prazeres Costa, Henrique Albuquerque, Celina Albuquerque, Maria de Nazaré, Manoel Maria Rodrigues, Jesusa Dias Rodrigues, José Batista de Carvalho, Maria José de Carvalho, Antônio Men­des Garcia, Manoel Dias Rodrigues, Emilia Rodrigues, Joaquim Silva, Benvinda Silva, Ana Silva, Teresa Silva, Isabel Silva e João Domingues. Gunnar Vingren foi aclamado pastor da novel igreja e Daniel Berg seu auxiliai; com a responsabilidade pela colportagem, mister que tanto o apaixonava.

Os últimos dias dos nossos missionários

Daniel BergDaniel Berg,
já era quase octogenário quando retornou à pátria pela qual pulsava tão fortemente o seu coração (não era mais, porém, que o seu amor a Cristo e à Obra do Senhor). No hospital, o enfermo ancião cujas mãos, em nome de Cristo, curaram talvez milhares e abençoaram milhões, combalido, mas perseverante, percorria as enfermarias, não obstante as interdições médicas, a distribuir folhetos com a doce mensagem da cruz. Nunca deixou de exercer a sua missão de embaixador de Cristo. Quando a morte chegou (em 1963), feliz ele sorria, como a dizer: "Onde estão, ó morte, os teus aguilhões?" E em Cristo se abrigou para todo o sempre. Só os céus podem avaliar o quanto os dois pioneiros fizeram pela saúde espiritual do Brasil, onde o povo, maciçamente, com pouquíssimas exceções, pendia para a crendice e os ídolos.

Gunnar VingrenGunnar Vingren,
regressou à Suécia aos 53 anos, a 15 de agosto de 1932, quando em plena atividade pastoral, no Rio de Janeiro. Em 2 de junho de 1933, às duas horas e 45 minutos da tarde, partia para as moradas eternas. Seu filho Ivar recorda: "Dois dias antes, ele fora arrebatado. Esteve no céu e viu coisas maravilhosas. Quando voltou, cantou em línguas hinos espirituais, e em seguida disse para minha mãe: ‘Agora eu sei que Jesus vai me levar, agora sei que vou embora para o céu. ‘Dois dias depois ele nos chamou a todos, e se despediu de cada um de nós, nos deu uma palavra, um conselho para cada um especificamente." Frida, a esposa, assim testemunha sobre a morte de Gunnar Vingren: "...com os braços levantados, exclamou: 'Jesus tu és maravilhoso. Aleluia! Aleluia!".

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Vasco e Eletrobras têm nova reunião nos próximos dias

Vasco e Eletrobras têm nova reunião nos próximos dias

Clube vai apresentar propriedades que vão ser exploradas pela estatal. Tempo e valores do contrato ainda não foram definidos

Márcio Iannacca Rio de Janeiro

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Nos próximos dias, Vasco e Eletrobrás vão ter uma reunião para aparar algumas arestas em relação ao contrato de patrocínio que pode ser firmado entre as duas partes até o final do ano. Neste encontro, o clube da Colina vai apresentar as propriedades que podem ser exploradas pela empresa, caso o acordo realmente seja assinado. A idéia da estatal e utilizar o espaço nas camisas, ter um camarote em São Januário, um banner no site oficial cruzmaltino e algumas ações que vão acontecer no intervalo das partidas entre outras exigências.

O GLOBOESPORTE.COM apurou que o tempo e os valores do contrato ainda não foram definidos pela empresa. A idéia é que os números girem em torno dos R$ 16,5 milhões pagos pela Petrobras ao Flamengo e os R$ 8 milhões da Liquigás ao Botafogo. De acordo com uma fonte, mesmo com o perigo de queda para a Série B do Brasileirão, a Eletrobrás não pensa em desistir do Vasco. A estatal, inclusive, pensa em fazer um estudo para saber o retorno de mídia caso o clube fosse rebaixado em 2008.

Na reunião que vai acontecer nos próximos dias, o Vasco ainda não pensa em apresentar uma proposta oficial para a Eletrobrás. Porém, o clube já tem os valores determinados de cada propriedade que a empresa está disposta a utilizar. A idéia da cúpula cruzmaltina é fechar o acordo até o fim do ano.

O encontro vai contar com representantes da empresa estatal e de alguns membros da cúpula vascaína. O vice-presidente geral do clube, Luso Soares da Costa, o vice de marketing, José Henrique Coelho, o colaborador Fernandão e alguns funcionários do marketing cruzmaltino estão confirmados na reunião.

Ataque dos sonhos' entra em campo no Vasco-Barra

Ataque dos sonhos' entra em campo no Vasco-Barra

Renato Gaúcho participa de recreativo após comandar treino técnico. Comandante atuou ao lado de Edmundo e Leandro Amaral

Márcio Iannacca Rio de Janeiro

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Agência/VIPCOMM

Renato Gaúcho participa do recreativo no Vasco-Barra. Treinador foi um dos destaques e atuou ao lado de Edmundo e Leandro Amaral

A rotina do técnico Renato Gaúcho seja nos treinos em São Januário ou no Vasco-Barra voltou ao normal nos dias de recreativo. Nesta terça-feira, o treinador formou o ataque dos sonhos para qualquer torcedor cruzmaltino. O treinador atuou na atividade ao lado de Edmundo e Leandro Amaral e teve uma atuação destacada, dando dribles e passes precisos para os seus comandados.

No treino, Renato Gaúcho driblou Abubakar, deu passe de letra para Edmundo, colocou Leandro Amaral na cara do gol, mas só não balançou a rede do time adversário. O clima, apesar da penúltima colocação no Campeonato Brasileiro, era de leveza e descontração.

Antes do recreativo, Renato Gaúcho comandou um treinamento técnico, auxiliando os atacantes em um trabalho de finalização. O grupo ainda cumpriu um circuito pré-determinado pelo preparador físico Alexandre Mendes. Tudo para melhorar o desempenho nesta reta final da competição.

- O meu ritual eu já passei para os jogadores. Eles sabem como eu me comporto. Tenho a minha maneira de trabalhar, de concentrar, mas as coisas não começam a melhorar da noite para o dia. Vamos seguir trabalhando para conseguir os resultados - afirma o treinador cruzmaltino.

Lanternas na classificação, Vasco e Flu também são os últimos em finalizações

Lanternas na classificação, Vasco e Flu também são os últimos em finalizações

Das 20 equipes que disputam a Série A do Brasileirão, cariocas são os que menos chutam a gol. São Paulo e Cruzeiro são os líderes deste quesito

Rafa Cardoso Rio de Janeiro

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Na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro, Vasco e Fluminense estão ocupando as duas últimas posições. Se a competição terminasse hoje, a dupla carioca estaria rebaixada para a Série B em 2009. Muitas críticas poderiam ser feitas para entender a razão desse desempenho tão ruim. Uma delas é muito visível: o índice de finalização dos dois times é muito baixo. Nas estatísticas deste quesito até a 27ª rodada, Vasco e Flu repetem suas posições no campeonato: os cruzmaltinos ocupam a 19ª colocação enquanto os tricolores estariam na lanterna.

O time do técnico Renato Gaúcho teve apenas 249 finalizações no Brasileirão, o que lhe garante uma média de 9.22 por partida. Os números vascaínos são bem peculiares. Mesmo com esse número reduzido de chutes a gol, o time possui o sétimo ataque mais positivo: 40 gols. Isso mostra que o aproveitamento ofensivo é muito bom, já que quando as raras oportunidades acontecem, o ataque manda para dentro das redes. Não seria o caso, então, dos vascaínos arriscarem mais ao gol adversário?

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Tabela dinâmica: simule os resultados e tente salvar os times da degola!

O time do técnico Cuca teve míseras 233 finalizações no campeonato, o que equivale a uma média de 8.63 por partida. Os tricolores possuem um número muito baixo para quem precisa vencer mais jogos e fugir da queda para a Segundona. Outros times "rebaixados" neste quesito seriam o Figueirense e o Internacional. Na tabela de classificação, o time catarinense ocupa a 15º posição, enquanto o Colorado está em oitavo. Os gaúchos surpreendem por ter chutado pouco a gol e mesmo assim estarem relativamente confortáveis na tabela.

Posição Equipes Finalizações Média
17º Figueirense 263 9.74
18º Internacional 262 9.70
19º Vasco 249 9.22
20º Fluminense 233 8.63

Na outra ponta da tabela, os times que brigam por uma vaga na Libertadores e até mesmo pelo título do Brasileirão estão bem colocados no ranking de finalizações, o que prova que este quesito é muito importante para o futuro das equipes na competição. O São Paulo, quinto colocado na tabela, é o líder de chutes a gol: 349, média de 12.93 por partida. O Cruzeiro, terceiro colocado, é o segundo que mais finaliza: 337 vezes, média de 12.48 por partida.

A excessão desse ranking é o Palmeiras, atual líder do campeonato, que tem finalizado pouco a gol e neste quesito ocupa apenas a 12ª colocação. O alviverdes chutaram apenas 279 vezes para o gol dos adversários e têm uma média de 10.33 chutes por partida. Confira o G-4 de finalizações na tabela abaixo.

Posição Equipes Finalizações Média
São Paulo 349 12.93
Cruzeiro 337 12.48
Botafogo 331 12.26
Grêmio 327 12.11