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sexta-feira, 13 de março de 2009

Jesus está voltando!

Jesus está voltando!
Artigo escrito por Pr. Francisco Vicente de Oliveira
A Bíblia afirma: “E estando com olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois varões vestidos de branco, os quais lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando par o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir” (Atos 1.1-2) . Jesus voltará. Este tem sido o tema de muitas pregações que apontam para o grande dia. “Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus” (Ap 22.20). A volta de Jesus será pessoal e tão repentina como nos dias de Noé. Ela se dará em duas etapas. A primeira, nos ares, quando os corpos ressuscitarão. Depois os crentes que estiverem vivos serão transformados. Finalmente, haverá o arrebatamento da Igreja ( I Ts 4.13-18). Após estas coisas virá o período chamado de a “grande tribulação”. Haverá a morte da morte. Cristo, então, voltará com os crentes, pisará no Monte das Oliveiras, destruirá o Anticristo, amarrará o diabo e reinará por mil anos. Depois do julgamento final, haverá novos céus e nova terra. Na volta de Jesus haverá dois grupos indo para os céus. “Onde está ó morte, o teu aguilhão? Onde está ó inferno, a tua vitória?” (I Co 15.55). Disse certa vez o Pastor Gesiel Gomes, pregando aqui em Mossoró: O Primeiro grupo cantará a primeira estrofe: “onde está, ó morte o teu aguilhão” – serão os crentes que estiverem vivos na volta de Cristo. Eles cantarão assim, porque não experimentarão a morte, serão transformados. O segundo grupo cantará a segundo estrofe: “Onde está ó sepultura, a tua vitória?” Eles cantarão assim, porque na volta de Cristo, ao toque da trombeta, seus corpos ressuscitarão da sepultura. Depois todos juntos cantarão o coro: “Mas graças a Deus que nos dá a vitória por Cristo Jesus”. Portanto precisamos refletir qual será a nossa situação naquele dia. A grande verdade é que, a volta de Cristo será alegria para uns e tragédia para outros. Todos somos pecadores e por isso o apostolo João escreve: “Filhinhos, essas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o justo. Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo” ( I Jo 2.1-2). O encontro do homem com Deus é inevitável. Se Cristo voltasse hoje, você estaria preparado para encontrar-se com ele? E se a porta da morte se abrisse para você, precipitando esse encontro? Não há esperança neste mundo. Cristo Jesus é a única e segura esperança. Aceite Jesus como o seu Salvador. Jesus está voltando !

Indentificados com Cristo

Indentificados com Cristo
Artigo escrito por Aux. Antônio SImão
Quando Jesus nasceu em Belém de Judá, coisas novas estavam sendo destinadas à raça humana. Os efeitos do pecado alastravam-se cruelmente por todos os quadrantes do globo, trazendo a tudo e a todos as marcas da infelicidade. A miséria social e espiritual era marcante, avassaladora. A esperança do Messias era como um sonho para as massas judaicas, filhos da dispersão, tão mal orientados por líderes que serviam a Deus somente de lábios e não de coração.Foi em meio a esse cenário que “o povo que andava em trevas viu uma grande luz”. Eminentemente divina, essa luz veio a tornar-se inevitavelmente o centro das atenções do mundo, pois é o próprio Cristo, “desejado das nações”, que veio oferecer ao homem perdido a possibilidade feliz de ser ele salvo e obter, assim, a vida eterna.Cristo revelou-Se ao mundo como Emanuel, Deus Conosco, Divindade coabitando com a humanidade, o Cordeiro de Deus oferecido como o sacrifício definitivo, a estrela de Jacó que brilha sem cessar, o sol sem ocaso, a manhã sem nuvens, o Cristo das promessas e das revelações eternas.Nossa tarefa, como Igreja de Cristo, é alcançarmos o padrão de identificação que nos induza a uma comunhão sem reservas, à obtenção espiritual da imagem divina anteriormente perdida, agora possível através do Senhor Jesus, verdadeiro homem e verdadeiro Deus.Como nós poderemos identificar com Ele, que é o próprio mistério de Deus? I – Identificamo-nos com o Filho de Deus quando nos crucificamos com Ele. Não mais no Calvário. Não mais em meio às ruas de Jerusalém, na emergência de cirineus e à sombra de Pilatos e Herodes, mas uma crucificação de consciência, para levarmos o peso do sofrimento por uma causa que representa a redenção da própria humanidade. “Já estou crucificado com Cristo”, disse o apóstolo Paulo. Esta é a renúncia total aos interesses egoístas do homem exterior e uma introdução efetiva no meio espiritual do Deus vivo e poderoso, onde o principal não é a comida, nem a bebida, mas gozo, paz e justiça no Espírito de Deus.II – Identificamo-nos com Cristo quando morremos com Ele. Sim, quando morremos para o mundo espiritual contaminado pela presença satânica, pelas paixões violentas e pelo ódio cruel. Quando morremos para os apetites desordenados, quando mortificamos os nossos membros que servem ao pecado para permitir a efervescência do novo sentimento de um homem regenerado, o homem interior, o novo membro da família de Deus.III – Identificamo-nos com o Senhor Jesus quando, pelo batismo, somos com Ele sepultados. O testemunho público de nossa nova esfera de dependência. A conscientização da inutilidade das armas de Saul e a busca de bênçãos lá de cima, sob a égide do véu rasgado e amparados pela certeza de uma âncora segura e firme. Mortos para o mundo, ressuscitados para Deus, para andarmos em plena novidade de vida, o caminho de perdoar e de amar, de evangelizar e de curar, de ser um instrumento nas mãos do Grande Oleiro.IV – Identificamo-nos com o Filho de Deus quando com Ele somos vivificados. Não mais restos de podridão espiritual. Agora, respiramos o ar puro das montanhas do Carmelo triunfante, olhos postos no infinito, seguindo a rota estabelecida na grande Comissão, que aponta a renovação espiritual do mundo, sob a bênção do Espírito, até que entronize o Filho de Davi, rei que implantará, pela primeira vez, a paz e justiça tão desejadas e tão ausentes deste mundo.V – Finalmente, nós nos identificamos com Cristo quando padecemos com Ele e com Ele subimos os degraus da glorificação. Tenhamos nós a coragem de nos submetermos a algum tipo de sofrimento que nos caiba, na nossa peregrinação, a fim de que sobre nós repouse a glória de Deus, conforme registra Pedro, o apóstolo.Tu e eu, querido leitor, devemos nos dispor a viver uma vida de profunda identificação com o nosso amado Mestre, até que os nossos dias se terminem e sejamos por Ele recebidos, para o encontro final, no reino das bem-aventuranças que jamais findarão