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sexta-feira, 31 de julho de 2009

SHOW NÃO É CULTO AO SENHOR

Artigo escrito por Pr. Martim Alves da Silva

Hoje virou moda a realização de shows evangélicos. São empresários e artistas, uns se dizem evangélicos outros não, mas a verdade é que, buscam o lucro fácil dos incautos que não conhecem os ensinamentos bíblicos e daqueles que querem um evangelho diferente daquele ensinado por Jesus Cristo e seus apóstolos. Jesus tinha tudo para ser um pop star, cheio da virtude do Espírito Santo, percorria cidades, aldeias e praias anunciando o evangelho do Reino e fazendo milagres entre o povo; coxos andavam, cegos viam, leprosos eram purificados, mortos ressuscitavam ouvindo a voz de seu poder, desesperançados encontravam o sentido da vida, enfim, milagres aconteciam por onde Ele passava e multidões afluíam para ouvi-Lo. Se Ele tivesse em vista o lucro e a fama, certamente alugaria um anfiteatro romano ou um auditório, muito comum em seus dias e faria shows com recorde de público e porque não dizer, seria campeão de bilheteria. Mas nunca buscou riqueza ou fama para Si. Sendo rico, se fez pobre por amor a nós. Pregava o evangelho e fazia milagres sem exigir dinheiro de quem quer que seja. Muito diferente dos artistas “evangélicos” que exigem cachê, passagens aéreas e hospedagem em hotéis de cinco estrelas e, alguns deles ainda fazem questão de se apresentar para um grande público. Pensando bem, muitos desses artistas nunca experimentaram um novo nascimento, conforme disse Jesus a Nicodemos “Necessário vos é nascer de novo Jô 3.7”, mas como não tem mais espaço lá fora, buscam atrair o povo evangélico com seu tristemunho, louvor gospel e com bandas, cujo ritmo é abominável ao Senhor, conforme diz o Senhor através do profeta; “Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos, porque não ouvirei as melodias dos teus instrumentos Am 5.23”. Fazendo uma observação mais detalhada, esses artistas não sabem o que é um culto de oração ou mesmo de doutrina, apenas se dispõem para um show, onde o lucro é seu alvo. Como prova disso, pergunte aos seus pastores se eles comparecem aos cultos na igreja para adorarem ao Senhor! Eles não entendem de culto, mas sim de show. Há uma diferença estratosférica entre culto e show, senão vejamos: no culto, a pessoa mais importante é Deus, no show é o artista: no culto a Deus, ninguém paga, no show a entrada é mediante pagamento; no culto Deus está presente, no show Deus está ausente, pois Sua glória não dá a outrem; no culto, o ministro de Deus soleniza as celebrações, no show o apresentador se compraz com a desenfreada desordem; no culto o povo glorifica a Deus, no show só gritos e assobios para o artista; no culto o povo reverencia a Deus em adoração, no show há bagunça incontrolável.

Enfim, essa nova onda de culto a personalidade nos shows evangélicos, tem banalizado o evangelho santo de nosso Senhor Jesus Cristo perante o mundo. O apóstolo Paulo já nos advertiu na carta aos gálatas, declarando que; “Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema (Gl 1.9)”. Que Deus abençoe e guarde a Sua igreja desta e outras práticas que denigrem e distorcem o evangelho da graça de Deus.

UMA PALAVRA AOS JOVENS

Artigo escrito por Pr. Francisco Vicente

Papai posso ir ao show? Muitos pais e jovens crentes, se vêem confrontados com a pergunta - é certo uma pessoa crente frequentar um show de artistas ou de qualquer outro “ídolo” nacional ou internacional? Para alguns filhos de Deus, a resposta é um “não” claro! Para outros, especialmente os mais jovens, a solução não é tão óbvia e a falta de concordância certamente tem trazido conflitos para muitos dos nossos lares e consequentemente para as igrejas genuinamente evangélicas. “Posso ir? Devo fazer? Me deixa comprar? Me permita assistir? Pais e filhos estão se vendo com a difícil tarefa de distinguir o certo do errado num mundo que anuncia a todos que não existem padrões absolutos e que tudo é válido se nos der prazer. Além disto, vivemos numa sociedade transformada pelo “progresso” eletrônico e informático. As nossas famílias vivem cercadas por inúmeras opções de recreação e entretenimento. As regras do passado, para a vida cristã, muitas vezes parecem ultrapassadas ou irrelevantes. Na tentativa de responder às solicitações dos seus filhos, muitos pais imediatamente alegam que a Bíblia não fala especificamente sobre os shows e discos de ídolos musicais. Ela não faz referência ao humor do Pânico na TV e ao “rock evangélico” ou mesmo ao Grupo Gospel preferido. A maioria dos esportes tão “venerados” no nosso Brasil não está citada ali. Não encontramos nas suas páginas, as estrelas esportivas da Fórmula 1, do basquete, da nossa seleção de vôlei e do futebol. Também não são mencionadas os filmes nas locadoras de vídeo, os teatros, os clubes, os programas de televisão, a internet, os videogames, e as revistas e os livros que nos são oferecidos diariamente. Será então que a Bíblia ainda pode nos guiar na determinação da nossa atitude com relação a estas coisas? O peso destas decisões deve cair sobre cada um e não somente sobre os pais ou líderes. Digo melhor: a responsabilidade é de cada pai e cada filho crente. Cada crente tem a responsabilidade de fazer escolhas conscientes. Frequentemente, a tendência é de se ressentir das restrições impostas pelos pais ou pela liderança da igreja. Sentindo-se vítimas dos “caprichos” ou “manias” destes, alguns até adotam uma atitude de rebeldia e descontentamento.) Em Romanos 14.12, Paulo afirma, “Cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus”. Ele está comentando o problema de pessoas que estavam tentando determinar o certo e o errado com relação a coisas não claramente explicadas por Deus, na sua revelação. A conclusão dele é importantíssima! Ele escreve, “Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova. Mas aquele que tem dúvidas, é condenado… porque o que faz não provém de fé; e tudo o que não provém de fé é pecado”. Dito de maneira positiva, isto significa que os jovens que professam serem filhos de Deus têm que ter certeza absoluta que alguma coisa tem a aprovação de Deus antes de fazê-la. Enquanto não existir aquela certeza, aquilo permanece sendo pecado. Sendo assim, como o jovem, e seus pais, conseguirão escolher os seus divertimentos, sem ofender a Deus? Mesmo que a Bíblia não fale especificamente sobre as diversões oferecidas aos crentes do século XXI, ela possui diretrizes seguras e nos aponta o rumo certo. O Apostolo, escreve aos Filipenses nos seguintes termos:”Quanto ao mais, irmãos,tudo o que é verdadeiro, tudo que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. O que também aprendestes, e recebestes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco” Fp 4.8,9.

CRÔNICAS ESPIRITUAIS: Casamento com graça

Qual o segredo de um casamento bem sucedido? Essa é a pergunta que alimenta uma série de palestras e publicações. A resposta para essa pergunta depende das cosmovisões daqueles que pretendem respondê-la. Na sociedade moderna, podemos destacar quatro componentes usados como critérios para avaliar os casamentos. O primeiro deles é o sexo, o segundo é a beleza física, o terceiro é a condição financeira, o quarto e último o romantismo. A princípio, destacamos que esses fatores podem ter alguma importância, mas, por outro lado, veremos que não são imprescindíveis ao relacionamento conjugal. Especialmente se ponderarmos a respeito deles a partir de uma abordagem cristã.
O sexo tem o seu devido lugar no casamento. Ao contrário do que defendem certos puristas, Deus criou o homem e a mulher não apenas para a procriação. O prazer sexual no casamento é digno de honra e para a satisfação mutua. Mas como o homem tem uma tendência a deturpar tudo que Deus criou de bom, o sexo acabou sendo endeusado, acarretando conseqüências drásticas à sociedade. A banalização do sexo objetificou os seres humanos, que acabam sendo usados e descartados de acordo com as conveniências e necessidades. Entre os cristãos, alguns jovens, apelando para Paulo, dizem que precisam se casar imediatamente a fim de não se abrasarem. Suas atitudes precipitadas poderão se transformar em problemas quando descobrirem que o relacionamento conjugal não se restringe ao sexo.
A beleza física também é outro engano que a mídia tenta impor como padrão. Os atores de cinema, da televisão e das revistas são esguios, têm corpos simétricos e rostos definidos. Muito diferente do que vemos no dia-a-dia, basta olhar ao redor para ver que os padrões de beleza estipulados pelos meios de comunicação estão muito longe da maioria. Muitos jovens se iludem com esses modelos que nos são repassados diariamente. O resultado é um processo de idealização que leva à frustração, bem como à inversão de valores. O cônjuge ideal, ao invés de ser avaliado pelo caráter, é buscado a partir dos atributos externos, e esses, justamente, são os que costumam definhar ao longo da existência. Não por acaso, muitos deixam seus cônjuges assim que começam a perceber as primeiras rugas.
A condição financeira, desde anos remotos, assume condição fundamental no enlace matrimonial. Basta lembrar que antigamente os pais escolhiam uma esposa para os filhos de acordo com o dote a ser recebido. Essa prática ainda persiste em alguns países, em outros, acontece, mas de forma velada. Encontrar um “bom partido” continua sendo um sonho para alguns pais. Não descartamos a necessidade de uma avaliação financeira responsável antes de adentrar a um relacionamento conjugal. Por outro lado, sonhar com uma situação socioeconômica abastarda como fator decisivo para o casamento é uma atitude de egoísmo. Diferenças significativas nesse particular podem muito bem gerar um quadro de jugo desigual. Cônjuges cristãos devem considerar que uma conta bancária vultosa não garante felicidade conjugal.
O fundamento para um casamento feliz, há quem defenda, está no romantismo. Algumas práticas românticas sugeridas seriam: fazer declarações contínuas de amor ao cônjuge, abrir a porta do carro para a mulher entrar, lembrar das datas importantes e mandar flores, declamar poesias e espalhar bilhetes por toda casa. Atitudes como essas são louváveis e devem ser estimuladas. Porém, a vida conjugal não é feita apenas de momentos românticos. Os casais, mesmo os cristãos, não estão imunes às crises. Nessas horas, as declarações de amor ficam embargadas, a gentileza dá lugar às murmurações, as flores, as poesias e os bilhetes perdem o sentido. Quando isso acontece, a menos que os cônjuges tenham maturidade para superar as adversidades, o casamento pode se tornar um conto de fadas às avessas.
Um casamento bem sucedido, dentro de uma cosmovisão cristã, se fundamenta na graça. Não por acaso essa palavra – charis em grego – tenha uma conotação tão importante no cristianismo, cujo significado é “favor imerecido”. Ter graça significa ver o outro não pelo que ele é ou pelo que tem. No relacionamento conjugal cristão, a graça, por sua própria natureza, é um princípio basilar. É por graça que o cônjuge aceita o outro quando o interesse sexual não mais existe ou que por alguma condição física não mais pode ser concretizado.
É pela graça que o cônjuge, ainda que tenha respaldo bíblico para se divorciar, prefere acatar o arrependimento e liberar o perdão ao outro. É pela graça que o jovem que não tem os traços de beleza impostos pela mídia é aceito pela mulher amada. É pela graça que os cônjuges, mesmo sem uma condição financeira favorável, desfrutam de momentos agradáveis e aprendem a transformar as privações em bênçãos. É pela graça que casais, mesmo quando as atitudes românticas se tornam escassas, buscam maneiras para compensá-las e encontrar motivos para continuarem juntos. Essa é a graça do casamento.

terça-feira, 7 de julho de 2009

DEVER DO HOMEM

Artigo escrito por Aux. Antônio SImão

Entre os direitos que o homem goza na terra e deles usufrui, existem também seus deveres para com Deus e o próximo, que jamais poderão ser substituídos.
É comum se ver questões e até juízo em tribunais por pessoas que cuidam dos seus direitos e, porque não dizer, até justos, às vezes, porém do dever quase ninguém se preocupa. O homem foi dotado de inteligência para considerar a sua vivência neste mundo, e para confirmar notamos Moisés na sua oração pedindo ao Senhor: “Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios”.
Muitos são os deveres que pesa nos nossos ombros, os quais foram instituídos pelo Senhor Deus, para uma observância total. Não se pode ignorar o dever de cidadão de qualquer país do mundo no que diz respeito às leis, decretos, resoluções, às vezes quase impossível o cumprimento, contudo a exigência é irrevogável, custe o que custar. A humanidade toda, sem acepção, está diante de deveres totalmente espirituais, que nunca poderão passar. O que entendemos por dever e direito é que o primeiro não é facultativo, mas obrigatório, exigente, ao passo que o último é prerrogativa que alguém tem de exigir de outrem a prática ou abstenção de certos atos, ou o respeito a situações que lhe aproveitam. O sábio Salomão escrevendo a respeito disse: “Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem”. (Ec 12.13).
Diz a Palavra de Deus que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria. Queres ser sábio? Eis o caminho. O homem de qualquer nação, raça, cor ou cultura, está obrigado sem reservas a temer a Deus e guardar os seus mandamentos. Se os homens reconhecessem sua condição de “devedor” ao Senhor, o mundo seria outro, não apenas falava-se de paz, mas estaríamos vivendo num clima de intensa paz. Perante a justiça humana poderá haver uma “reconsideração ou substituição” naquilo que motivou violação ao cumprimento da lei, mas com a justiça divina todo e qualquer recurso será refutado, porque Deus não é homem...
Prezado leitor, pondera um pouco, reflete, confere com a tua consciência e pesa tuas obrigações, teus deveres para com Deus. Ele requer sua observância integral. Na leitura do Salmo 90, Moisés reconhece a sua condição e calcula os dias do homem na terra no máximo há 80 anos, sendo a canseira o orgulho de tais dias. Desperta a tua atenção para este assunto decidindo a temer a Deus em todos os teus caminhos, e observando atentamente as obrigações que o Senhor te incumbiu a cumprir.
No cumprimento dos “teus deveres”, teus direitos não serão negados pelo Senhor que dá a recompensa a cada um segundo as suas obras. O momento chega para considerar a contagem dos teus dias; assim fazendo verás que alcançaste coração sábio.
Lembra-te que Deus não pede favores, não implora a quem quer que seja e para com Ele não há acepção de pessoas. Temer a Deus, e guardar os seus mandamentos (que não são pesados, I Jo 5.3), é o dever de todo o homem.

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O MISTÉRIO DE UMA SÓ CARNE

Artigo escrito por Pr. Elumar Pereira

Por isso deixará o homem a seu pai e mãe, e unir-se-á à sua mulher, e, com sua mulher, serão os dois uma só carne. Portanto, o que Deus uniu não separe o homem (Marcos 10.7-9).
O tornar-se uma só carne é um mistério que vem de encontro às regras da matemática, onde, “um mais um é igual a dois”, enquanto que na regra do mistério de uma só carne “um mais um é igual a um”. Essa união mística entre um homem e uma mulher tem natureza tanto espiritual quanto física. Essa unidade tem lugar entre um homem e uma mulher, quando há um total compromisso de corpo, alma e espírito de um para com o outro, sem reservas. Ao ministro, juiz ou sacerdote compete juntar, porém a Deus compete dar a unidade, tornando-os uma só carne, e isto é um mistério. É necessário deixar e unir-se a fim de se tornar uma só carne. Tanto o marido como a mulher precisam deixar o pai e a mãe, física, emocional, espiritual e financeiramente. Eles precisam estar ligados um ao outro de tal modo que se tornem um só. É necessário que ambos estejam em acordo, de modo que a transparência seja norma de seu relacionamento.
Adão o primeiro ser criado, parecia que não tinha falta de nada, Deus o havia formado do pó da terra e soprado nele o espírito de vida. Assim ele pensava, sentia e experimentava tudo que Deus colocara a sua volta, e tinha domínio e superioridade sobre todas as coisas, porque, assim Deus lhe concedeu autoridade. Uma prova desta superioridade é que Deus fez passar diante de Adão todos os animais para que o mesmo lhes desses nomes. Porém, nenhuma forma de vida animal poderia satisfazer a necessidade físicas e emocionais de Adão. Ele precisava de alguém que fosse seu igual na criação; Alguém espiritualmente vivo e criado à imagem de Deus, alguém como ele mesmo. Aqui está o grande mistério, Deus não fez uma mulher independente, formando-a do pó da terra como fez com Adão, Deus formou a mulher de uma parte do homem.
Assim, Deus criou ao mesmo tempo um elo de dependência entre o homem e a mulher. Eles não foram criados para viver em competição um com o outro, mas sim para se complementarem. Deus apenas usou a masculinidade e a feminilidade de ambos para diferenciá-los e para uni-los. O homem foi e é honrado ao reconhecer que a mulher foi criada para ele, no entanto a mulher foi e é honrada ao reconhecer que o homem é incompleto sem ela. Assim ambos compartilham da mesma dignidade, honra e valor perante o seu criador.
A cola que junta os dois e que somente a morte poderá separar, é o relacionamento que cada um dos cônjuges tem com Deus. É o cordão de três dobras que dificilmente se arrebentará. Deus, marido e mulher. Casamos no cartório perante as testemunhas e o juiz para cumprir a lei.
Casamos na igreja perante o povo para invocar as benções de Deus e para dar testemunhos públicos dos votos feitos.
E, finalmente, os dois consumam seus casamentos ao se tornarem uma só carne. Isto é a consumação do casamento. E esta experiência é reservada somente para duas pessoas que DEIXARAM e se UNIRAM através dos laços sagrados do matrimônio.
Que Deus te abençoe.
Pr. Elumar Pereira da Silva

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A FERRAMENTA QUE NÃO DEVERIA FALTAR NA VIDA DO CRISTÃO

Artigo escrito por EBD – EV. FCO IVO

Todos os domingos, pela manhã ou a tarde, em todas as congregações, temos Escola Bíblica Dominical e como é importante o ensino bíblico para o cristão. Como o corpo precisa do alimento, o nosso espírito precisa da Palavra de Deus: “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti” (Sl 119.11).
A lição do domingo tem como tema: “Os dons espirituais”, partindo do princípio que dons são capacitações dadas pelo Espírito Santo de Deus, ou seja, ferramentas que concede-nos desempenhar determinadas tarefas na obra do Senhor, só nos resta buscar para alcançá-los: “Portanto, procurai com zelo os melhores dons” (I Co 12.31).
Apesar de sermos aconselhados de buscar os melhores dons. Não esqueçamos que tal propósito é para edificação do corpo (Igreja), e não para destaque pessoal. Até porque não somos donos deles (dos dons), mas somos instrumentos utilizados para crescimento do corpo e glorificação de Deus, o apóstulo Paulo na sua vida ministerial deparou-se com certa jovem que por meio de demônio adivinhava, ela (a jovem) no transcorrer de vários dias vinha pertubando o apóstolo Paulo. A sua mensagem até parecia um elogio, esta era a sua expressão: “Estes homens que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus altíssimo” (At 16.17b).
Mas, Paulo mediante o discernimento do Espírito manda que o demônio saia dela.
Fico a pensar: Quantas vezes poderá ter acontecido em nosso meio e por falta de discernimento, no lugar de repreender, agradecemos pelo elogio.
Jesus nos traz luz acerca do servo e diz: “... quando fizerdes tudo o que vos for mandado, direi: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer” (Lc 17.10), logo toda a glória seja para o seu Senhor.
Irmãos, duas coisas é de suma importância para o cristão: “Crescer na graça e no conhecimento. Mediante a graça, somos beneficiados por toda a sorte de dons, a partir da salvação, como sabemos é dom de Deus (Ef 2.8). Os dons, nos dá visões dos céus, são como lentes de um microscópio que capacita-nos a enxergar os microorganismos; ou ferramentas para um bom desempenho na vida de um profissional.
O conhecimento nos traz convicções, firmeza e confiança. O apóstolo Paulo chega a dizer: “por cuja causa padeço também isto, mas não me envergonho, porque eu sei em quem tenho crido e estou certo que é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia” (II Tm 1.12).
Diante do conhecimento as situações não nos abalam. Porque vivemos na confiança, enxergando o futuro. Tinha razão quando o profeta Habacuque dizia: “Porquanto ainda que a figueira não floreça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta e os campos não produzam mantimentos; as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja vacas, todavia eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Des da minha salvação” (Habacuque 3.17-18).
Não é por acaso que Oséias diz: “O meu povo foi destruído porque lhe faltou conhecimento...” (Os 4.6ª). A falta do conhecimento nos traz pavor até mesmo diante do Mestre – os discípulos vendo-o caminhar sobre o mar, assustaram-se dizendo: é um fantasma e gritaram com medo (Mt 14.26).
Portanto, meus irmãos, tomemos o conselho de Pedro: “Crescei na graça e no conhecimento do nosso Senhor e salvador Jesus Cristo” (II Pe 3.18).
A paz do Senhor para todos os irmãos.

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